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construção sustentável

Construtora ergue o primeiro prédio que gera mais energia do que consome
| Por Pedro Vacas


Para a maioria dos arquitectos, o prédio de sonho é aquele que consume zero de energia. Mas os profissionais do Arte Charpentier Architects queriam mais e decidiram construir o primeiro edifício que gera mais energia do que consome.

Do projecto aos materiais, passando pelo comportamento do utilizador, a Torre Elithis aplica as últimas técnicas de desenvolvimento sustentável e consegue produzir seis vezes menos gases do efeito estufa que os prédios comuns.

Construída em Dijon, em França, o prédio foi totalmente planeado com base numa ideologia sustentável que opta pela escolha de materiais a partir do seu impacto ambiental, o uso da energia solar, de iluminação e ventilação naturais e consciencialização e participação dos seus utilizadores na economia e uso consciente de energia.

A torre, que originalmente era apenas um desafio teórico iniciado por Thierry Bievre, Diretcor Geral da Elithis Engenharia, é feita de madeira e possui isolamento feito com material reciclado. O prédio também possui 330 painéis solares e um protector solar para remover o excesso de calor e permitir a entrada de luz natural. As emissões do escritório ainda são recuperadas e reutilizadas dentro da própria torre.

Espalhar a ideia

A Elithis Engenharia não quer que a sua proeza energética passe despercebida, por isso a empresa instalou 1.600 sensores de energia em todo o prédio e projectou um letreiro público que informa o seu consumo energético diário.

Por ser o primeiro laboratório de activos ambientais desse tipo no mercado, cientistas, ivestigadores e universidades também são convidados a visitar o edifício e avaliar as informações recolhidas no projecto.

E a melhor parte talvez ainda esteja por vir: o prédio de 10 andares e 16 mil metros quadrados custou 10 milhões de dólares – preço relativamente baixo para os padrões desse tipo de construção e comparável ao de um edifício tradicional. É mais uma prova de que edifícios verdes também podem ser acessíveis.

fonte: Ecod


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