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Casca do café também é fonte de energia
| Por Pedro Vacas


Há mais no café do que o seu sabor, famoso mundialmente: o processamento dos grãos gera um resíduo que pode ser utilizado como fonte de energia, diminuindo custos e reduzindo a poluição ambiental.

Potencial energético do café

Durante o cultivo do café, muitas toneladas de cascas de grãos são produzidas.

Esse subproduto normalmente vai para o lixo ou é usado para a forração dos terrenos dos cafezais, restituindo parte dos fertilizantes retirados pela planta.

Mas a casca do café tem um potencial energético que pode, em alguns casos, torná-la substituta da lenha, sendo uma opção mais barata e ecologicamente correta para empresas que usam a madeira na geração de energia.

Suprir as necessidades desse mercado significa cortar menos árvores e contribuir para a redução da desflorestação.

Eletricidade da biomassa

Para otimizar esse potencial, investigadores da Universidade de Brasília (UnB), liderados pelo engenheiro florestal Ailton Teixeira do Vale, fizeram um estudo para demonstrar a importância dos resíduos agro-florestais como fonte de energia, tanto para indústrias quanto em comunidades rurais.

"A casca do café, assim como outras biomassas, pode gerar eletricidade em termoelétricas, a partir da combustão em fornalhas, gerando energia na forma de calor, utilizado para a produção de vapor, que por sua vez é utilizado para a produção de energia elétrica e, em cogeração, outras energias como a mecânica", explica Vale.

Quando usada como combustível, a casca do café, assim como outros resíduos agro-florestais, tem inúmeras vantagens em relação aos combustíveis fósseis.

"Em primeiro lugar, é um combustível renovável, e os compostos libertados na sua combustão são sequestrados pelos novos plantios, fechando o ciclo do carbono, e, portanto, não contribuindo para o efeito de estufa. Outra vantagem é a possibilidade de agregar valor a um resíduo que geralmente é deitado fora e, com isso, gerar emprego, renda e desenvolvimento social nas regiões onde a cultura do café é uma prática", explica o investigador.

Fonte: UDOP


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