Carregamento de carros eléctricos
| Por Pedro Vacas

O presidente da EDP, António Mexia, afastou ontem a hipótese de uma empresa intermediária alugar baterias para os carros eléctricos.
Uma empresa não fornecedora de electricidade (como, por exemplo, a norte-americana Better Place) não poderá entrar no mercado português como uma operadora intermediária (entre os fornecedores de electricidade e o utilizador), com planos de subscrição de quilómetros de uso do carro.
No modelo da Better Place, o utilizador subscreve um pacote que inclui o certo número de quilómetros de uso do carro eléctrico, inclui o abastecimento em pontos de energia montados e detidos pela empresa e a troca de baterias (que pertencem à empresa e não ao dono do carro) em estações de serviço também da companhia.
O presidente da eléctrica nacional - que dirige uma das empresas portuguesas no consórcio da rede de abastecimento de carros eléctricos em Portugal, a Mobi E - referiu que o abastecimento do carro eléctrico será feito mediante um contrato entre o dono do carro e uma fornecedora de electricidade. O abastecimento do carro com electricidade deverá ser como se faz para encher o depósito de um carro com combustível.
"Nem vejo a coisa de outra maneira. Haverá pontos de carregamento lentos e rápidos, o cliente poderá carregar o carro em casa, no trabalho ou noutros pontos espalhados pelo país", disse António Mexia..
Quando o cliente carregar o carro em casa, já estará a utilizar o seu contrato de fornecimento de electricidade.
fonte: Diário Económico















