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saúde e bem estar

Aquecimento global tem efeitos nocivos na saúde
| Por Pedro Vacas


Uma carta assinada recentemente por directores de 18 entidades médicas internacionais pede que os médicos de todo o mundo “assumam a liderança” no debate sobre as mudanças climáticas, informou a BBC News. Publicado nas revistas especializadas British Medical Journal e Lancet, o documento afirma que o possível fracasso de um novo acordo climático global em Dezembro, durante a15 ª Conferência das Partes sobre o Clima (COP-15), resultará numa “catástrofe global da saúde”.

Em editoriais que acompanham a carta das organizações médicas, as duas publicações especializadas afirmam ainda que o impacto será maior sobre habitantes de países tropicais em situação social vulnerável. As revistas argumentam que conter as mudanças climáticas poderia trazer outros benefícios, como dietas mais saudáveis e um ar mais puro. “Uma alimentação com baixas emissões de carbono (especialmente com menor consumo de carne) e mais exercícios vão significar menos problemas como cancro, obesidade, diabetes e doenças cardíacas”, destacaram as revistas.

No início deste ano, a Lancet publicou juntamente com a University College London, uma extensa avaliação dos impactos da mudança climática sobre a saúde, na qual constou que o aumento na temperatura global deverá aumentar a transmissão de doenças infecciosas, reduzir suprimentos de comida e água pura em países em desenvolvimento, além de aumentar o número de óbitos por problemas associados ao calor em regiões de clima temperado.

Os médicos também consideram que o crescimento da população mundial, estimado em 3 biliões de novos habitantes até meados deste século, será mais um factor de risco crescente em relação aos efeitos das mudanças climáticas, já que as tendências apontam para a escassez cada vez maior da água e demais recursos naturais. As organizações que representam, defendem o uso de energia limpa, protecção de florestas e mudança no hábito das pessoas para conter o super aquecimento da Terra.

O principal motivo do receio dos directores das entidades médicas refere se à dificuldade que os governos dos países têm enfrentado de um novo acordo climático. As negociações preparatórias encontram-se estagnadas devido a aspectos como o corte de emissões de cada país e o financiamento de tecnologias sustentáveis das nações mais desenvolvidas para com as emergentes. "Existe um perigo real de que os políticos estejam indecisos, especialmente em tempos de turbulência económica como estes”, encerra o texto.

fonte: EcoD


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