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saúde e bem estar

Urbanização impõe comportamento sedentário a crianças e adolescentes
| Por Pedro Vacas


A urbanização impõe um comportamento sedentário a crianças e adolescentes. A conclusão é do doutoramento do professor de educação física, Aylton Figueira Junior, defendido na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no Brasil.

O investigador comparou dados nutricionais e o nível de actividade física de 484 crianças e adolescentes entre os 11 e os 15 anos das cidades brasileiras, do Estado de São Paulo, de Santo André – localizada na região metropolitana, com quase 700 mil habitantes – e de São Bento do Sapucaí – situada no interior, com nove mil habitantes, sendo que a maioria reside na área rural. A primeira amostra de dados ocorreu em 1997 e a segunda em 2007.

O impacto da urbanização pode ser observado na questão da resistência física, sendo este pior para aqueles que habitam o espaço o urbano, comparando com aqueles que vivem no meio rural.

Segundo a investigação, o sedentarismo das crianças e adolescentes urbanos tem-se agravado nos últimos anos devido a factores como: hábitos alimentares, trabalho exaustivo e intensivo da família e falta de espaço para a prática de actividade física. “A verticalização, por exemplo, cria impedimentos para as pessoas serem naturalmente mais activas. As casas, por exemplo, estão cada vez menores, com menos espaços livres. Ao mesmo tempo, os prédios oferecem um número maior de vagas na garagem, priorizando esse meio de transporte”, explica o investigador.

Muitos condomínios possuem espaços de fitness, piscinas, ginásios e espaços para a corrida. Mas possuí-los apenas não basta. “Se os pais não utilizam esses locais, os jovens dificilmente o farão. Mesmo com os parques e praças, quem os utiliza diariamente? Há uma falta de regularidade na utilização desses espaços de lazer”, diz Aylton.

Para tentar modificar essa situação, a família apresenta-se como importante agente, segundo o investigador. É preciso, por exemplo, incentivar a participação das crianças e adolescentes em actividades físicas, começando pelas aulas de educação física na escola e passando por actividades recreativas e educativas noutros locais. Paralelamente, é imprescindível um maior investimento governamental no incentivo às actividades desportivas.

fonte: envolverde


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